Boa sorte!
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Joan Sutherland, "La Stupenda"
A australiana Joan Sutherland morreu este domingo, na Suíça, aos 83 anos. Uma queda esteve na base da deterioração da saúde da soprano. Considerada uma das grandes vozes do canto do século XX, «la stupenda» tinha abandonado os palcos em 1990.
Mozart, Verdi, Donizetti, Puccini, Offenbach e Bizet – todos estes compositores de renome fizeram parte do reportório de Joan Sutherland, que chegou a actuar no Coliseu do recreios, em Lisboa, a 24 de Abril de 1974, com La Traviata.
Mozart, Verdi, Donizetti, Puccini, Offenbach e Bizet – todos estes compositores de renome fizeram parte do reportório de Joan Sutherland, que chegou a actuar no Coliseu do recreios, em Lisboa, a 24 de Abril de 1974, com La Traviata.
Os nossos reformados
REFORMADOS ACTIVOS - SOMOS OS MELHORESAo menos num aspecto ninguém nos bate, seja na Europa, nas Américas ou na Oceânia: nas políticas sociais de integração e valorização dos reformados.
Nos últimos tempos, não passa dia que não haja notícia animadora a este respeito.
Ora vejamos:
O nosso Presidente da República é um reformado;
o nosso candidato a Presidente da República é um reformado;
o nosso ministro das Finanças é um reformado;
o nosso anterior ministro das Finanças já era um reformado;
o ex-Ministro das Finanças Ernâni Lopes que propõe que se cortem os vencimentos dos Funcionários Públicos em 25 % é um reformado da CGD desde os 47 anos de idade!
o ministro das Obras Públicas é um reformado;
gestores activíssimos, como por exemplo o ex-ministro Mira Amaral, são reformados;
o novo presidente da Galp, Murteira Nabo, é um reformado;
entre os autarcas, milhares são reformados garantiu-o o presidente da ANMP
o presidente do Governo Regional da Madeira é um reformado
E assim por diante...
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Faz 115 anos, o 1º automóvel em Portugal
A 11 de Outubro de 1895, pelas cinco horas da tarde, chegava a Santiago do Cacém o primeiro automóvel a circular em Portugal, um Panhard-Levassor, importada de França por D. Jorge de Avillez, um jovem aristocrata rural daquela vila alentejana.
O automóvel chegara ao porto de Lisboa uns dias antes.
A travessia do Tejo fez-se numa barcaça especialmente preparada para o efeito e teve escolta de uma vintena de barcos que fizeram ouir as suas sirenas desde o cais das colunas no Terreiro do Paço até Cacilhas.
Aí foi accionado o seu motor dando-se assim início à primeira viagem de automóvel em Portugal à velocidade estonteante de 15 Kms/h, tendo provocado um intenso receio mas também um forte fascínio entre as populações que acorreram para assitirem à sua passagem.
Foram muitas as peripécias, entre elas relata-se o atropelamento de um burro, vários cavaleiros e carroças apinhadas acompanharam o Panhard que, por duas vezes, teve de ser rebocado por quatro cavalos pois, não tendo ainda sido inventados os pneumáticos, os finos rodados de madeira revestidos a ferro enterravam-se nos caminhos enlameados, já que chovera na véspera da viagem
Em 1901, o Conde de Avilez vendeu o Panhard et Levassor ao Senhor Mariano Sodré de Medeiros por setecentos mil réis, mas não se sentindo satisfeito com as performances do carro, acabou por o dar à troca por um "Decauville", vendido no Porto.
Foram muitas as peripécias, entre elas relata-se o atropelamento de um burro, vários cavaleiros e carroças apinhadas acompanharam o Panhard que, por duas vezes, teve de ser rebocado por quatro cavalos pois, não tendo ainda sido inventados os pneumáticos, os finos rodados de madeira revestidos a ferro enterravam-se nos caminhos enlameados, já que chovera na véspera da viagem
Em 1901, o Conde de Avilez vendeu o Panhard et Levassor ao Senhor Mariano Sodré de Medeiros por setecentos mil réis, mas não se sentindo satisfeito com as performances do carro, acabou por o dar à troca por um "Decauville", vendido no Porto.
Uma epopeia, sem dúvida, estas viagens tão perigosas!
domingo, 10 de outubro de 2010
Falemos de coisas sérias.
Pois, falemos de coisas sérias! Vale a pena ouvir o que este senhor tem para dizer. Ele é Fábio Barbosa, presidente do Grupo Santander no Brasil.
Oiçamos atentamente e depois tiremos as nossas conclusões.
Felizmente não será caso único. Mas, é de gente desta que o mundo necessita. Não dos ambiciosos, gananciosos e pseudo responsáveis que só vêem resultados e lucro a qualquer preço. Aprendamos como o mundo pode ser diferente...
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